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terça-feira, 2 de abril de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Corel Draw - Iniciação
Nesta aula iniciamos o trabalho com o programa Corel Draw e aqui estão as nossas experiências com algumas das ferramentas que existem neste programa.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Modelos de cor
O Modelo RGB, é um modelo aditivo, descrevendo as cores como uma combinação das três cores primárias: vermelho (Red), verde (Green) e azul (Blue).
As aplicações do modelo RGB estão associadas à emissão de luz por equipamentos como monitores de computador e ecrãs de televisão.
Como o Modelo RGB é aditivo, a cor branca corresponde à representação simultânea das três cores primárias (1,1,1), e a cor preta corresponde à ausência das três cores primárias (0,0,0).
O Modelo CMYK é um modelo constituído a partir do modelo CMY em que foi acrescentada a cor preta (black). O modelo CMY é um modelo subtrativo, descrevendo as cores como uma combinação das três cores primárias de impressão ciano (Cyan), magenta (Magenta) e amarelo (Yellow).
O modelo CMYK é utilizado na impressão em papel, empregando as cores do modelo CMY e a tinta preta (k) para realçar melhor os tons de preto e de cinza.
O modelo CMYK utiliza-se em impressoras, fotocopiadoras, pintura e fotografia, onde os pigmentos de cor das superfícies dos objetos absorvem certas cores e refletem outras.
O Modelo HSV é definido pelas grandezas tonalidade (Hue), saturação (Saturation) e valor (Value), onde este último representa a luminosidade ou o brilho de uma cor.
O modelo HSV baseia-se na perceção humana da cor do ponto de vista dos artistas plásticos. Isto é, os artistas plásticos para obterem as várias cores das suas pinturas combinam a tonalidade com elementos de brilho e saturação.
O modelo HSV é mais intuitivo de utilizar que o modelo RGB
O Modelo YUV guarda a informação de luminância separada da informação de crominância ou cor. Assim, é definido pela componente luminância (Y) e pela componente crominância ou cor (U = blue - Y e V = red - Y).
Com o modelo YUV é possível representar uma imagem a preto e branco utilizando apenas a luminância e reduzindo bastante a informação que seria necessário noutro modelo.
O modelo YUV é adequado para televisões a cores e para sinais de vídeo.
sábado, 17 de novembro de 2012
Imagem
Nesta aula iniciamos um novo capítulo da unidade Multimédia denominado Imagem.
Imagem é uma figura, representação, semelhança ou aparência de algo. É uma representação visual de um objeto através de técnicas da fotografia, da pintura, do desenho e do vídeo.
Utilização da imagem digital:
As imagens digitais têm aplicações tanto nos campos comercial e industrial como nos campos científico, pedagógico, lúdico, etc.
Podem ser impressas em revistas, jornais, textos e livros, gravadas em suportes físicos, editadas e manipuladas com a ajuda de programas informáticos e transmitidas pelas redes informáticas.
Cor:
Cor é uma sensação produzida pelos raios luminosos nos órgãos visuais e que é interpretada no cérebro. Trata-se de um fenómeno físico-químico em que cada cor depende do comprimento de onda.
A cor confere realismo às imagens e às cenas visualizadas.


A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projetada na retina. Desta forma, os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica. Feita então esta projeção o cérebro terá que processar o que observou.
Existem dois modelos de cor complementares: o modelo aditivo e o modelo subtractivo.


A interpretação das cores é feita pelo cérebro humano depois de a luz atravessar a íris e ser projetada na retina. Desta forma, os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica. Feita então esta projeção o cérebro terá que processar o que observou.
O ser humano tem dois tipos de visão, escotópica e a fotópica.
A visão escotópica capta baixos níveis de luminosidade e não detecta as cores. Este tipo de visão é utilizado durante a noite, ou estando em ambientes escuros depois de certo tempo, onde o olho passa a ser mais sensível às ''luzes azuis''. Os sensores utilizados pela visão escotópica são os bastonetes, que são cerca de 110 milhões a 125 milhões em cada olho (retina).
A visão fotópica é a que possibilita ver cores, que é utilizado durante o dia ou em níveis normais de luminosidade. A luz que é projectada na retina e é processada pelos cones (em cada olho existem cerca de 6,400,000 deles).
Para os sistemas gráficos reproduzirem as cores é necessário criarem-se modelos que as representem, tendo em conta a natureza do olho humano, da luz e da cor. O objetivo de um modelo de cor é oferecer a especificação de cores duma forma standard, utilizando um sistema de coordenadas na qual a cor é representada por um ponto.
Os modelos de cor fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor. Por outro lado, quando se utiliza um sistema de coordenadas para determinar os componentes do modelo de cor, está-se a criar o seu espaço de cor. Neste espaço cada cor representa uma cor diferente.
Existem dois modelos de cor complementares: o modelo aditivo e o modelo subtractivo.
Num modelo aditivo a ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta, enquanto que a mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue) indicam a presença da luz ou a cor branca. O modelo aditivo explica a mistura dos comprimentos de onda de qualquer luz emitida.
Os monitores e televisores, utilizam o modelo aditivo (modelo RGB) para representar a cor.
Num modelo subtrativo, ao contrário do modelo aditivo, a mistura de cores cria uma cor mais escura, porque são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz. A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido, mas sim todos reflectidos.
As impressoras e plotters utilizam modelos subtrativos para representar a cor (modelo CMYK).
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Tipos de fontes bitmapped e escaladas
Existem dois tipos de fontes: bitmapped e escaladas.
As fontes bitmapped são guardadas como uma matiz de pixéis e, por conseguinte, ao serem ampliadas, perdem qualidade. São ainda concebidas com uma resolução e um tamanho específicos para uma impressora específica, não podendo ser escaladas.
As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, Small e Symbol.
As fontes escaladas são definidas matematicamente e podem ser interpretadas (redering) para qualquer tamanho que forem requisitadas. Contêm informação para construir os seus contornos através de linhas e curvas que são preenchidas para representarem um aspeto sólido de formas contínuas. Podem ser ampliadas sem perder a qualidade das suas formas.
Fontes escaladas: Type 1, TrueType e OpenType.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Fonte Tipográfica
Uma Fonte Tipográfica (ou Tipo de Letra) é um conjuntos de caracteres que podem corresponder a letras, números ou símbolos. Podem ser armazenadas em ficheiros de fontes, onde são descritas as suas características físicas, ou seja, como vão ser visualizadas no ecrã e impressas. São identificadas por nomes e classificadas segundo determinadas famílias.
A Família Tipográfica é um agrupamento de caracteres, cujos traços são semelhantes, isto é, com características e detalhes idênticos que se repetem por todos eles.
Duas das famílias universalmente mais conhecidas são o Helvética (Arial) e a Times que fazem parte, respetivamente, da família das fontes sem serifa e da família das fontes com serifa. As letras com serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das extremidades das letras. As famílias tipográficas sem serifas são conhecidas como sans-serif (do francês “sem serifa”), também chamadas grotescas.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
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